terça-feira, 30 de abril de 2013
sabes, estou cansada. e não, não é daquele cansaço que passa com uma boa noite de sono. não é daquele cansaço que passa com uma sesta ao final da tarde. não é o tipo de cansaço físico que tantas vezes sentimos depois de um dia desgastante. o meu cansaço é outro, e bem diferente. eu amo-te, e tu sabe-lo bem. mas eu não aguento mais... não suporto mais esta corda bamba que é a nossa relação. ás vezes sei que o melhor para ambos era seguir com a minha vida. outras vezes, tenho a certeza absoluta que lutar por ti é a única coisa certa a fazer. mas há dias em que eu não sei de nada, e passo o dia numa constante interrogação. uma interrogação á qual só tu podes responder, ainda que eu saiba qual é a resposta. estou cansada, psicologicamente exausta. e eu amo-te, tu sabes... mas eu não sei se aguento mais. desculpa
segunda-feira, 1 de abril de 2013
sussuro «desculpa»
ás vezes ainda me questiono sobre o que aconteceu realmente entre nós. não é que tenha dúvidas em relação ao que sentia e sinto por ti, mas a verdade é que a nossa relação sempre foi um pouco estranha, até para nós, certo? dou por mim um pouco perdida no meio dessas memórias todas e nunca consigo realmente entender o que é que aquilo foi. em circunstâncias normais, nós seríamos neste momento quase estranhos, duas pessoas que estiveram apaixonadas uma pela outra à muito, muito tempo atrás. mas... qual é a tua definição de "tempo"?
eu avisei-te que era diferente, e parti do princípio que tu acreditavas em mim. eu disse-te que não te ias ver livre de mim como se calhar te viste livre de quaisquer outras pessoas na tua vida. eu não tenho intenções de desistir de ti, mesmo que um dia seja obrigada a deixar que o amor que sinto por ti se torne, como em tantos outros casos, numa memória. mas ainda não. admito que já estive mais certa de que tinha que lutar por ti, e que a nossa "história" ainda haveria de dar uma volta muito grande. mas agora não. agora eu vivo agarrada a um meio termo e detesto-o. não sei até que ponto posso ou consigo lutar mais por ti. não sei até que ponto posso e devo insistir, ou se devo apenas render-me, aceitar que isto foi só mais uma "luta" que eu perdi.
eu já te disse muito mais daquilo que tencionava que tu soubesses. já disse coisas que pensei nunca mais poder voltar a dizer, principalmente a ti. por isso espero, independentemente do que aconteça, que não te esqueças de mim. espero que um dia possas olhar para mim e dizer "aquela foi uma das raparigas que mais me amou" com a maior das convicções. e, mais do que convicção, orgulho. espero que tenhas orgulho naquilo que eu senti por ti... porque eu tenho.
eu já te disse muito mais daquilo que tencionava que tu soubesses. já disse coisas que pensei nunca mais poder voltar a dizer, principalmente a ti. por isso espero, independentemente do que aconteça, que não te esqueças de mim. espero que um dia possas olhar para mim e dizer "aquela foi uma das raparigas que mais me amou" com a maior das convicções. e, mais do que convicção, orgulho. espero que tenhas orgulho naquilo que eu senti por ti... porque eu tenho.
sábado, 15 de dezembro de 2012
(f)ica comigo
tu. não fazes mesmo a mínima ideia pois não? secalhar achas que eu sou como outras raparigas que se cruzaram no teu caminho. não digo isto no mau sentido, mas elas afinal não te deram assim tanta importância. e talvez tu aches que para mim foste mais um e que da mesma maneira que te coloquei na minha vida, te ponho fora dela. mas eu não sou assim, sabes? eu sou diferente, e quer tu queiras quer não, a maneira como eu te olho é muito diferente também.
tu não imaginas, nem sequer fazes a mais pequena ideia do que é exactamente o meu sentimento por ti. ás vezes, nem mesmo eu faço. eu nunca me apaixono, nunca mesmo, e por esse motivo, torno qualquer um que seja capaz de me fazer sentir apaixonada, em alguém especial. e tu, és apenas como outro rapaz qualquer, não muito mais que isso. mas para mim não. para mim, tu és tudo aquilo que os outros não são, e és tudo aquilo que os outros não fizeram, és tudo (...) e orgulho-me tanto de falar de ti desta maneira. eu sei, eu sei que as minhas palavras são sempre bastante exageradas, mas apesar de tudo são exageros sinceros e profundos. são sentimentos que eu tento expressar por palavras, e acredita que é bastante difícil. mas é tão bom, pensar em ti desta forma. é tão bom pensar na pessoa fantástica que tu és, que tu mostraste ser comigo. e por muito que doa, é tão bom também sentir saudades. lembrar-me das tão pequenas coisas que tu me deste, por muito que aches que não deste nada. aqueles sorrisos, aqueles olhares, aquelas trocas de sentimentos, aquela partilha de momentos. tu deste-me tudo isso. tu deste-me uma coisa que eu tinha perdido á algum tempo, e não pensei que tão depressa fosse encontrar. felicidade. algo que tu me deste, e a melhor parte disso é que não precisaste de te esforçar muito. e foi na simplicidade do teu ser que eu encontrei essa felicidade. foi na tua maneira de ser, o teu jeito de mexer as mãos, a tua forma de olhar para mim, de falar, de pronunciar as palavras... foi nessas pequenas e tão simples coisas que eu contigo, em tão pouco tempo, aprendi a ser feliz.
e o tempo, esse continua a passar. e ele leva a cada dia mais uma oportunidade que eu tenho. enquanto me perco nos segundos a pensar em estar contigo novamente, estou sem ti. e quando me apercebo disso, arrependo-me, e não te culpo de nada. penso demais, e talvez não deva. e talvez, mas só talvez, eu te tenha perdido mesmo. e se isso aconteceu, só tenho que te pedir desculpa. nem sempre ambos fizemos as coisas da maneira certa, e eu peço-te desculpa por não ter feito o suficiente ás vezes. ou então, por ter feito demais. desculpa.
mas sabes que mais? não estou disposta a aceitar assim a derrota. até estaria, se não fosse por ti. mas é, e por isso eu não vou deixar que as coisas fiquem assim. deixa-me mostrar-te o outro lado. deixa-me provar-te que foi sincero, que foi verdadeiro. permite que eu possa fazer as coisas para teu bem. só preciso de te mostrar que tu mereces que lutem por ti. mereces que te deêm valor, porque tu também sabes o que é dar valor. só preciso de te fazer ver que há alguém aqui que tem vontade de lutar por ti e, mais que vontade, tem coragem. eu já não tenho mais nada a perder, e se posso utilizar isso a meu favor e principalmente a teu favor, então é isso que eu vou fazer. talvez, quem sabe, te possa vir a ajudar, directa ou indirectamente. não vou insistir, se não fôr aquilo que tu queres. mas deixa-me tentar, pelo menos, que as coisas entre nós funcionem, e não falo daquilo que éramos antes. eu tenho mais ou menos a noção que não posso fazer mais nada quanto a isso, mas queria que soubesses que se as circunstâncias fossem outras, eu lutava por ti. mas assim, talvez lute, talvez não, tudo depende de ti.
e bem, com isto acho que não restam grandes dúvidas em relação ao que sinto por ti... amar-te torna-se pouco, quando sinto por alguém aquilo que sinto por ti. ainda que magoada com tudo o que aconteceu, o sentimento mantém-se, e quer tu queiras viver com isso quer não, há-de durar. e isto era tudo aquilo que eu queria que ficasses a saber. fora todas as outras histórias que não são para aqui chamadas, fora tudo o que me levou a vir parar aqui, a escrever sobre ti. eu só queria que soubesses e que compreendesses que eu não sou como as outras. não vou limitar-me a desistir de ti, assim, porque eu não desisto daquilo que me faz feliz. mas também não vou criar expectativas e ter esperança... não foi ontem que as coisas aconteceram, e ao contrário de mim, tu já tiveste tempo para seguir em frente. talvez tivesse dado certo, talvez eu pudesse ter-te feito realmente feliz... e talvez nunca venhamos a saber.
mas acho que já chega, e que já percebeste a ideia. esquecer e seguir em frente são duas coisas que eu não aceito facilmente e dificilmente faço, e espero que tenhas noção disso. vou continuar aqui, esperar, desesperar e um dia passa. mas enquanto não passar, vou sempre e sempre aceitar-te de braços abertos quando tiveres vontade de voltar. e nunca nunca te esqueças: para mim não foste só mais um. amo-te...
mas acho que já chega, e que já percebeste a ideia. esquecer e seguir em frente são duas coisas que eu não aceito facilmente e dificilmente faço, e espero que tenhas noção disso. vou continuar aqui, esperar, desesperar e um dia passa. mas enquanto não passar, vou sempre e sempre aceitar-te de braços abertos quando tiveres vontade de voltar. e nunca nunca te esqueças: para mim não foste só mais um. amo-te...
domingo, 9 de setembro de 2012
perspetivas
muitos de vocês têm uma visão do amor baseada no que os outros pensam e depois dizem, e para mim... isso é uma completa estupidez. cada um tem a sua maneira de ver as coisas e o amor... o amor tem milhões de caras, e cada um o vê de maneira diferente.
da forma como eu o olho, o amor é um 8 e um 80. é um querer e não querer. é amar e odiar ao mesmo tempo. é brincar e ser sério. é estar bem e estar mal. é chorar e sorrir a toda a hora. é dar e receber. é sentir e não sentir. amar é lutar e desistir, perdoar e esquecer, é sofrer e ser feliz também. amar é viver não pelo outro, mas para o outro.
e não, amar não é um verbo confuso. confuso é o amor. é aquele viver sem conseguir evitar pensar na outra pessoa. querer saber como ela está, em que estará a pensar. amor é algo que se nutre por alguém e principalmente, algo que se dá a alguém; amor. não se oferece como presente ou por pena, porque alguém pediu ou porque achamos que a outra pessoa quer. amor dá-se na altura certa, no momento certo. e quanto mais espontâneo fôr, mais bonito é. quanto mais verdadeiro fôr, mais inesquecível vai ser.
amor nos seus diferentes tipos e formas. amor próprio, de mãe. amor de amor. amor de amizade. amor de achar que é amor, mas não ser. amor aos corações, aos quadrados e aos círculos. amor a 3D. amor abstracto, intocável. amor com as suas mil e duas características, é sempre amor.
e digam o que disserem, nunca ninguém o conseguirá definir, ao amor. capaz disso, é apenas o coração. o coração que o sente, mais do que nós próprios. e só o coração percebe o que realmente o amor é. mas ainda assim, nunca o conseguirá explicar porque, enfim... toda a gente sabe que os corações não falam.
da forma como eu o olho, o amor é um 8 e um 80. é um querer e não querer. é amar e odiar ao mesmo tempo. é brincar e ser sério. é estar bem e estar mal. é chorar e sorrir a toda a hora. é dar e receber. é sentir e não sentir. amar é lutar e desistir, perdoar e esquecer, é sofrer e ser feliz também. amar é viver não pelo outro, mas para o outro.
e não, amar não é um verbo confuso. confuso é o amor. é aquele viver sem conseguir evitar pensar na outra pessoa. querer saber como ela está, em que estará a pensar. amor é algo que se nutre por alguém e principalmente, algo que se dá a alguém; amor. não se oferece como presente ou por pena, porque alguém pediu ou porque achamos que a outra pessoa quer. amor dá-se na altura certa, no momento certo. e quanto mais espontâneo fôr, mais bonito é. quanto mais verdadeiro fôr, mais inesquecível vai ser.
amor nos seus diferentes tipos e formas. amor próprio, de mãe. amor de amor. amor de amizade. amor de achar que é amor, mas não ser. amor aos corações, aos quadrados e aos círculos. amor a 3D. amor abstracto, intocável. amor com as suas mil e duas características, é sempre amor.
e digam o que disserem, nunca ninguém o conseguirá definir, ao amor. capaz disso, é apenas o coração. o coração que o sente, mais do que nós próprios. e só o coração percebe o que realmente o amor é. mas ainda assim, nunca o conseguirá explicar porque, enfim... toda a gente sabe que os corações não falam.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
(happy) new year
e assim nos despedimos de 2011. alguns, com um sorriso enorme estampado na cara, pelas metas alcançadas, pelos sorrisos e alegrias que este ano lhes proporcionou, ou por simples momentos que mudaram completamente cada um. estão felizes por terem consciência de que foi um ano fantástico e que o souberam aproveitar ao máximo, fazendo tudo o que queriam, como queriam, como se o amanhã fosse incerto e o importante era mesmo cumprir objectivos. chegam ao último minuto do ano, e passa-lhes pela cabeça cada pequeno momento que fez delas as pessoas mais felizes à face da terra. eu não me enquadrei neste grupo.
o meu ano foi sem qualquer mínima dúvida, um ano marcante e inesquecível, mas infelizmente, não pelas melhores razões. ou talvez sim, de outro ponto de vista.
2011 ensinou-me muito. deu-me muitos sorrisos, mas não tantos motivos para sorrir. deu-me obstáculos, para que deles pudesse retirar lições. deu-me pessoas que se preocupam comigo, e que só querem o meu bem. mas também me deu pessoas que tinham segundas intenções ou simplesmente não queriam saber. aprendi a viver sem olhar para trás; a superar qualquer coisa que me pudesse deitar a baixo; aprendi outra forma de viver; e talvez a maior aprendizagem que obtive foi a viver feliz.
e tenho a certeza de que nunca me irei esquecer deste ano. porque achou que eu era forte o suficiente para aguentar aquilo que a vida tinha para me dar. mas eu não era. e isso foi o que me tornou mais resistente, e que me fez ser forte e limitar-me a superar. e agora eu sei, que mesmo que tenha sofrido imenso, posso olhar na direcção oposta e retirar o lado positivo das situações.
e durante este ano, muito do que veio, não ficou. pessoas. felicidades. sorrisos. etc's. mas aprendi que não é preciso ficar para sermos felizes. o que vem, vem com um objectivo, e quando o alcança, simplesmente parte, sem dar uma razão sólida para nos embalar nos soluços de choro. mas agora eu sei, que vivemos em constante mudança, e que isso é o que faz de nós quem somos, é essa a essência da vida.
assim, ponho finalmente fim ao ano que passou, e dou a este novo ano de 2012, permissão para entrar em grande e oferecer-me inúmeras surpresas, ajudando-me a lutar pelos meus sonhos, mantendo comigo as pessoas que me querem bem e que gostam de mim, e deixando as outras encontrar quem as ature!
em 2012 as coisas vão ser diferentes, e por isso, sem mais demoras: sê bem-vindo meu querido 2012 :)
feliz ano para todos vocês!
domingo, 25 de dezembro de 2011
um 2 e um 5
e realmente parece, até para mim, um pouco estranho, escrever aqui no dia de natal. é suposto ser um dia alegre e em que o que conta realmente é a família e o amor, certo? e para mim isso continua a contar. mas também há outro facto importante, que mudou a minha vida por completo. virou-a de pernas para o ar. foi algo bom, pensava eu. mas a verdade é que até coisas boas podem trazer problemas, não é? e foi isso que aconteceu, acho.
faz hoje um ano. e foi exactamente aqui, sentada nesta cadeira, em frente ao monitor do computador que tenho á minha frente que te descobri. descobri a pessoa que tinha perdido, e da qual não sabia nada, á 5 anos. a pessoa que me marcou duma forma que não acredito que muita gente vá marcar. a pessoa que sempre considerei como um melhor amigo, apesar de na altura nunca ter dado valor a esta amizade. e talvez tenha sido uma coincidência, mas a verdade é que foi esta a prova de que quem espera, sempre alcança; quem luta, atinge objectivos. e foi por isso que neste dia, ao olhar para uma imagem, eu chorei. porque vi a pessoa que mais amei e que não via á anos. porque me lembrei de todos os momentos que me ocorreram e pelos quais eu sinto uma saudade profunda. porque finalmente tinha encontrado quem eu sempre procurei. porque eu soube esperar, lutar e finalmente tinha sido recompensada.
e foi (é) por isso que chorei (choro) neste dia. achei que a luta tinha acabado ali, e que com um simples querer, iria ter-te de volta. e esse foi o meu grande erro. e arrependo-me bastante. mas não há muito mais a fazer, e talvez tenha perdido a oportunidade de voltar a ter uma amizade como a tua. mas eu (já) sei viver sem isso. aprendi a fazê-lo, e como garantia, nunca mais me hei-de esquecer.
e assim fica cravado em mim mais um dia 25, este, talvez, o mais fácil. porquê? porque eu já me mentalizei que não te volto a ter. e é tudo.
e foi (é) por isso que chorei (choro) neste dia. achei que a luta tinha acabado ali, e que com um simples querer, iria ter-te de volta. e esse foi o meu grande erro. e arrependo-me bastante. mas não há muito mais a fazer, e talvez tenha perdido a oportunidade de voltar a ter uma amizade como a tua. mas eu (já) sei viver sem isso. aprendi a fazê-lo, e como garantia, nunca mais me hei-de esquecer.
e assim fica cravado em mim mais um dia 25, este, talvez, o mais fácil. porquê? porque eu já me mentalizei que não te volto a ter. e é tudo.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
virar a página
e a conclusão a que chego, é que para amar, é preciso sofrer. e aí está. secalhar foi por ter amado tanto que saí tão magoada no meio desta história. e o pior é que provavelmente aquilo que sinto, não é arrependimento. acho que faria tudo novamente... e porquê? não, não é masoquismo. não é vontade de sofrer. sei que o faria, simplesmente porque fui feliz. encontrei finalmente uma estabilidade que não tinha há imenso tempo, e secalhar foi isso que me prendeu. que nunca me fez desistir. foi essa escolha que agora me traz uma dor que ninguém consegue imaginar. ninguém.
e neste momento, a única coisa que consigo, é fingir uns quantos sorrisos, não transparecer o meu estado de espírito e muito menos dar a entender o que realmente penso. ou seja, são poucos os que sabem como realmente estou, como me sinto. mas ninguém percebe. não, eu não coloquei nenhum ponto final nesta história. não, eu não esqueci o que me fizeram e o que me estão a fazer passar. eu não esqueci, porque infelizmente as memórias constantes fazem-me relembrar de que eu tinha tudo. eu estava bem. eu era feliz. e principalmente, que os causadores dessa felicidade, não existem. isso tem-me magoado constantemente, e tem-me custado muito tentar viver com a ausência de quem já foi presente.
e mais uma vez, para acrescentar a tantas outras, eu não sei o que fazer. não há opções. há apenas uma maneira: continuar a viver como se tudo estivesse bem e como se eu fosse a pessoa mais feliz do planeta. fingir sorrisos de pura felicidade à frente das pessoas com que estou diariamente; mentir constantemente quando perguntam se estou bem; escapar ás multidões, para ter onde me esconder quando as lágrimas temem em cair. e esta, vou ser eu nos próximos tempos. mais uma vez, uma pessoa que ninguém conhece. que ninguém se lembra. a que ninguém agrada. eu lamento. imenso. mas não consigo ser de outra maneira. não agora. e provavelmente, durante muito, muito tempo (...)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
m (...)
sabes? sinto que quando 'estás' comigo eu esqueço tudo o resto. sinto que encontrei aquilo que precisava. sinto que me fazes feliz, e mais importante, que me fazes bem. já há muito tempo que ninguém o conseguia; fazer-me bem. e quando te conheci, as coisas mudaram. fizeste-me voltar a acreditar no mundo e no que ele tem para dar; fizeste-me voltar a acreditar na felicidade; fizeste com que eu percebesse que afinal valia a pena. e sabes qual é a melhor parte disso? é que o fizeste sem sequer dar conta. fizeste com que pelo menos os últimos 5 meses parecessem mais fáceis...
és uma pessoa especial, fantástica. uma pessoa no mínimo diferente. foste a pessoa que me fez retomar caminho. a pessoa que quebrou a minha rotina. a pessoa que fez valer a pena. a pessoa que me faz querer viver mais um dia... e devo-te um obrigada enorme por isso. por isso, e por tudo o resto; por seres quem és, por fazeres as coisas da maneira que fazes, por seres meu amigo nas boas e nas más alturas, por me fazeres rir sem motivo, por me dares apoio, por me conheceres tão bem... e por mais mil e uma razões, que nós sabemos!
sinceramente, e se queres mesmo saber, já não gostava de ninguém desta maneira há muito tempo. já fazia contar os anos que não queria tão bem a alguém como te quero a ti. isso. tu defenitivamente não tens noção do quanto eu te amo e do quanto eu te quero bem... acho que ás vezes nem mesmo eu tenho. e não há um motivo no mínimo aceitável para isso. quero porque sim, porque sei bem que o mereces, porque vale a pena querer. e nesse bem todo, está também o facto de eu querer acima de tudo a tua felicidade. de te querer a sorrir sempre que seja possível (e mesmo quando não o é), de te querer bem independentemente de tudo! de me importar mais contigo, do que comigo e com qualquer outra pessoa.. e acredita nisto. ás vezes, nem eu mesma sei explicá-lo muito bem.. mas tu entendes (espero). pelo menos, se não entenderes agora, um dia hás-de entender e perceber o quanto eu te amei.. o quanto me foste importante. e vais perceber que nunca disse 'amo-te' porque sim, mas sim porque realmente o sentia...
e agora.. agora que ainda não acabei, e que nem disse tudo o que tinha a dizer, tudo o que queria, fico-me por aqui. fico, e guardo o resto para mim.. mas antes, quero que saibas uma coisa: amo-te, e hei-de amar sempre!
és uma pessoa especial, fantástica. uma pessoa no mínimo diferente. foste a pessoa que me fez retomar caminho. a pessoa que quebrou a minha rotina. a pessoa que fez valer a pena. a pessoa que me faz querer viver mais um dia... e devo-te um obrigada enorme por isso. por isso, e por tudo o resto; por seres quem és, por fazeres as coisas da maneira que fazes, por seres meu amigo nas boas e nas más alturas, por me fazeres rir sem motivo, por me dares apoio, por me conheceres tão bem... e por mais mil e uma razões, que nós sabemos!
sinceramente, e se queres mesmo saber, já não gostava de ninguém desta maneira há muito tempo. já fazia contar os anos que não queria tão bem a alguém como te quero a ti. isso. tu defenitivamente não tens noção do quanto eu te amo e do quanto eu te quero bem... acho que ás vezes nem mesmo eu tenho. e não há um motivo no mínimo aceitável para isso. quero porque sim, porque sei bem que o mereces, porque vale a pena querer. e nesse bem todo, está também o facto de eu querer acima de tudo a tua felicidade. de te querer a sorrir sempre que seja possível (e mesmo quando não o é), de te querer bem independentemente de tudo! de me importar mais contigo, do que comigo e com qualquer outra pessoa.. e acredita nisto. ás vezes, nem eu mesma sei explicá-lo muito bem.. mas tu entendes (espero). pelo menos, se não entenderes agora, um dia hás-de entender e perceber o quanto eu te amei.. o quanto me foste importante. e vais perceber que nunca disse 'amo-te' porque sim, mas sim porque realmente o sentia...
e agora.. agora que ainda não acabei, e que nem disse tudo o que tinha a dizer, tudo o que queria, fico-me por aqui. fico, e guardo o resto para mim.. mas antes, quero que saibas uma coisa: amo-te, e hei-de amar sempre!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
desabafos de um coração partido
ao fim de sete meses, parece que finalmente dei razão a quem sempre a teve. e tão bem merecida razão... achava que apesar de tudo o resto, me fazias feliz. apesar das lágrimas, dos soluços, da saudade e de tudo, achava que mesmo sem saberes, me fazias bem. é caso para dizer que não podia ter-me enganado mais. estive mais de meio ano a sofrer, e mesmo assim, ainda achava que podias fazer-me bem!
hoje, mais do que nunca, apeteceu-me voltar atrás no tempo e mudar tudo. não, não mudava os erros, porque de certa maneira, íamos acabar por chegar ao ponto em que chegámos. eu mudava o facto de te ter conhecido, e já não tenho dúvidas disso. sim, és a melhor pessoa que alguma vez conheci. sim, ensinaste-me muito. sim (...) mas já me fizeste sofrer muito, e as consequências estão á vista. aos poucos, corroeste-me por dentro, roubando de mim tudo o que havia para roubar. e agora, queres corroer-me por fora também, com as habituais lágrimas.. deixei isto acontecer até ao ponto a que estamos. vieste devagar, entraste e eu acomodei-me á tua presença, achando-a confortável. devias ser apenas uma memória que levava comigo no meu caminho, mas não, transformaste-te num obstáculo e agora conseguiste fazer de mim o que querias.
conseguiste estragar aquilo que me fazia mais feliz, e sem tu mesmo saberes. preferia que não o tivesses feito, queria que me deixasses estar bem, como estava, porque de certa maneira, acho que me ia acomodar também ao facto de seres passado e de não pertenceres aqui. ia finalmente pôr um fim a esta mágoa, mas parece que não é isso que queres... um dia destes, hás-de me dizer o que realmente queres, que tal? entretanto, vê se páras de te meter no meu caminho desta maneira, porque eu não aguento mais!
hoje, mais do que nunca, apeteceu-me voltar atrás no tempo e mudar tudo. não, não mudava os erros, porque de certa maneira, íamos acabar por chegar ao ponto em que chegámos. eu mudava o facto de te ter conhecido, e já não tenho dúvidas disso. sim, és a melhor pessoa que alguma vez conheci. sim, ensinaste-me muito. sim (...) mas já me fizeste sofrer muito, e as consequências estão á vista. aos poucos, corroeste-me por dentro, roubando de mim tudo o que havia para roubar. e agora, queres corroer-me por fora também, com as habituais lágrimas.. deixei isto acontecer até ao ponto a que estamos. vieste devagar, entraste e eu acomodei-me á tua presença, achando-a confortável. devias ser apenas uma memória que levava comigo no meu caminho, mas não, transformaste-te num obstáculo e agora conseguiste fazer de mim o que querias.
conseguiste estragar aquilo que me fazia mais feliz, e sem tu mesmo saberes. preferia que não o tivesses feito, queria que me deixasses estar bem, como estava, porque de certa maneira, acho que me ia acomodar também ao facto de seres passado e de não pertenceres aqui. ia finalmente pôr um fim a esta mágoa, mas parece que não é isso que queres... um dia destes, hás-de me dizer o que realmente queres, que tal? entretanto, vê se páras de te meter no meu caminho desta maneira, porque eu não aguento mais!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
é só mais um dia...
ontem á noite, no mundo dos lençóis, dei por mim a fazer contas ás minhas memórias e a chegar á conclusão de que hoje seria mais um daqueles dias, pelos motivos óbvios. acordei, olhei em volta e disse mais uma vez que não ia chorar, não ia pensar em ti, não ia ver fotografias, não ia escrever sobre ti, não ia ouvir músicas que me fizessem relembrar-te. mas isso não foi suficiente, nem nunca será! e assim, aqui estou eu, a pensar o quão estúpida sou, por acreditar que desta vez ia ser diferente, que hoje ia ser um dia como outro qualquer, e que não me iria lembrar do quanto me fazes falta.
passaram-se sete meses. sim, já passou imenso tempo. e o que fiz? continuei por aqui, como se ainda estivesse á tua procura, como se ainda não soubesse o teu paradeiro, como se não estivesses tão perto como estás. e é nestas alturas que me apetece sair de casa e ir a correr ter contigo, dizer-te tudo o que tenho para dizer e que só disse aqui mesmo, no meu blog, fazer-te entender que me és essencial e que sem ti não sou nada, fazer-te ver que só sei ser feliz contigo a meu lado. mas nunca o fiz. nem nunca hei-de fazer. e sabem porquê? porque sou fraca e não tenho coragem suficiente para aparecer á tua frente e perguntar-te se te lembras de quem eu sou, se te lembras daquilo que passámos, se te marquei tanto quanto tu me marcaste a mim.
tenho bem presente na memória os dias em que mais do que outro dia qualquer foste real, estiveste ali, fizeste-me sorrir mesmo sem saberes. e tenho na memória também os dias em que me afastava de todos para ir chorar sozinha, onde ninguém me pudesse ver e perguntar "o que se passa?" e fazer-me lembrar ainda mais do que realmente se passava. e é aqui que sei distinguir as pessoas a que chamo melhores amigos, porque essas sabem sempre o que se passa, o motivo das lágrimas cairem que nem loucas dos meus olhos. essas, agarram-se a mim e não dizem nada, porque sabem que quanto mais falarem, pior será. essas, mesmo querendo perguntar, calam-se e limitam-se a acalmar-me, para depois perguntar o que aconteceu realmente. e a essas tenho muito a agradecer, por saberem sempre a melhor maneira de me fazer sorrir em dias como estes.mais uma vez, hoje não vai acontecer nada. é só mais um dia marcado pela tua ausência, pela minha falta de coragem, pela saudade que tu trazes e pelas minhas lágrimas. é só mais um dia em que não me apetece atender ninguém, por medo que perguntem se estou bem. é só mais um dia, que daqui a exactamente um mês será passado da mesma maneira. é só mais um dia, como todos os outros.
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