ás vezes ainda me questiono sobre o que aconteceu realmente entre nós. não é que tenha dúvidas em relação ao que sentia e sinto por ti, mas a verdade é que a nossa relação sempre foi um pouco estranha, até para nós, certo? dou por mim um pouco perdida no meio dessas memórias todas e nunca consigo realmente entender o que é que aquilo foi. em circunstâncias normais, nós seríamos neste momento quase estranhos, duas pessoas que estiveram apaixonadas uma pela outra à muito, muito tempo atrás. mas... qual é a tua definição de "tempo"?
eu avisei-te que era diferente, e parti do princípio que tu acreditavas em mim. eu disse-te que não te ias ver livre de mim como se calhar te viste livre de quaisquer outras pessoas na tua vida. eu não tenho intenções de desistir de ti, mesmo que um dia seja obrigada a deixar que o amor que sinto por ti se torne, como em tantos outros casos, numa memória. mas ainda não. admito que já estive mais certa de que tinha que lutar por ti, e que a nossa "história" ainda haveria de dar uma volta muito grande. mas agora não. agora eu vivo agarrada a um meio termo e detesto-o. não sei até que ponto posso ou consigo lutar mais por ti. não sei até que ponto posso e devo insistir, ou se devo apenas render-me, aceitar que isto foi só mais uma "luta" que eu perdi.
eu já te disse muito mais daquilo que tencionava que tu soubesses. já disse coisas que pensei nunca mais poder voltar a dizer, principalmente a ti. por isso espero, independentemente do que aconteça, que não te esqueças de mim. espero que um dia possas olhar para mim e dizer "aquela foi uma das raparigas que mais me amou" com a maior das convicções. e, mais do que convicção, orgulho. espero que tenhas orgulho naquilo que eu senti por ti... porque eu tenho.
eu já te disse muito mais daquilo que tencionava que tu soubesses. já disse coisas que pensei nunca mais poder voltar a dizer, principalmente a ti. por isso espero, independentemente do que aconteça, que não te esqueças de mim. espero que um dia possas olhar para mim e dizer "aquela foi uma das raparigas que mais me amou" com a maior das convicções. e, mais do que convicção, orgulho. espero que tenhas orgulho naquilo que eu senti por ti... porque eu tenho.
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